Preparação para o Exame de Ordem e cursos para a carreira jurídica.
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Exame de Ordem Unificado VIII (2012)
Exame de Ordem Unificado VII (2012)
Exame de Ordem Unificado VI (2012)
Exame de Ordem Unificado VI — Reaplicação (2012)
Exame de Ordem Unificado V (2011)
Exame de Ordem Unificado IV (2011)
Exame de Ordem Unificado III (2011)
Exame de Ordem Unificado II (2010)
Exame de Ordem Unificado I (2010)
Todo assunto Absolvição sumária no procedimento comum Ação Civil ex delicto Ação Controlada na Lei de Organização Criminosa Ação Penal Ação Penal e Crimes contra a Honra Ação penal nos crimes contra a honra Ação Penal Privada Ação Penal Privada - Perempção Ação Penal Privada - Princípio da Indivisibilidade Ação Penal Privada - Renúncia Ação Penal Privada e Extinção da Punibilidade Ação Penal Privada e Perempção Ação Penal Privada e Representação Ação Penal Privada Subsidiária da Pública Ação Penal Privada: Decadência, Renúncia e Perdão Ação Penal Pública Condicionada à Representação Ação penal pública condicionada à representação - Retratação Ação penal pública condicionada à representação em violência doméstica Ação Penal Pública Condicionada e Incondicionada Acesso do advogado a autos de investigação policial sob segredo de justiça Acordo de não persecução penal (ANPP) Acordo de Não Persecução Penal (ANPP) Acordo de Não Persecução Penal (ANPP) e Prescrição Aplicação da lei penal no tempo e execução penal Aplicação da Lei Processual no Espaço Aplicação da lei processual penal no tempo Aplicação da lei processual penal no tempo e prazos recursais Assistente de Acusação Busca e Apreensão Busca e Apreensão e Inviolabilidade do Domicílio Cadeia de Custódia e Prova Pericial Cerceamento de defesa e nulidades Citação no Processo Penal Citação por edital e seus efeitos Coisa Julgada no Processo Penal Colaboração premiada e resposta à acusação Competência Competência (Foro por prerrogativa de função e Exceção da Verdade) Competência criminal Competência criminal e exceção da verdade Competência da Justiça Federal Competência da Justiça Federal e conexão Competência da Justiça Federal e Estadual Competência da Justiça Militar e Comum Competência e Conexão/Continência Competência e Foro por Prerrogativa de Função Competência em crimes contra a honra de magistrados Competência jurisdicional no Juizado Especial Criminal Competência legislativa Competência no Processo Penal Competência ratione personae Competência territorial Competência, Nulidades e Meios de Impugnação Conexão e Continência Crimes contra a honra e ação penal Crimes de Trânsito e Benefícios Despenalizadores Decisão de Pronúncia no Tribunal do Júri Desaforamento Direito à não autoincriminação Direitos do Advogado na Investigação Criminal Direitos do preso e do advogado na fase pré-processual Efeitos dos Recursos Embargos Infringentes e de Nulidade Emendatio libelli e princípio da correlação Exceções no Processo Penal Exceções processuais Execução Penal - Recursos e Faltas Graves Execução Penal - Recursos e Indulto Execução Penal - Remição, Comutação, Anistia e Perdão do Ofendido Execução Penal - Superveniência de Doença Mental Extensão dos efeitos do recurso Extinção da Punibilidade - Prescrição Fiança Flagrante diferido (ação controlada) Habeas Corpus Habeas Corpus e atividades privativas da advocacia Habeas Corpus e Recursos Impedimento e Suspeição do Ministério Público Impronúncia e seus efeitos Imunidades Parlamentares e Ação Penal Incidente de Deslocamento de Competência (IDC) Incidente de Falsidade Documental Incidente de Insanidade Mental Inépcia da Denúncia e Recursos Inquérito Policial Inquérito Policial - Acesso aos autos pelo advogado Inquérito Policial - Arquivamento Inquérito Policial - Arquivamento e Desarquivamento Inquérito Policial - Desarquivamento Inquérito Policial - Indeferimento de instauração Inquérito Policial e Ação Penal Inquérito Policial e Atribuições do Ministério Público Inquérito Policial e Provas Insanidade mental do acusado Interceptação telefônica Interceptação Telefônica Interrogatório do réu Interrogatório do Réu Interrogatório Judicial Intimação de sentença e prazos recursais Inviolabilidade das comunicações do advogado e provas ilícitas Inviolabilidade de Domicílio Inviolabilidade de domicílio e quebra de sigilo de dados Juizados Especiais Criminais (JECRIM) - Composição Civil e Renúncia à Representação Juizados Especiais Criminais (Lei 9.099/95) Lei dos Juizados Especiais Criminais (Lei 9.099/95) Lei n. 9.099/95 - Juizados Especiais Criminais Lei Processual Penal no Tempo / Ação Penal Medidas assecuratórias Medidas Assecuratórias Medidas Assecuratórias (Sequestro) Medidas Assecuratórias / Liberação de bens para honorários Medidas cautelares diversas da prisão Modalidades de Prisão Modificações da Lei 11.719/08 no Processo Penal Mutatio libelli e Emendatio libelli Mutatio Libelli e Proibição da Reformatio in Pejus Nulidades Nulidades e Carta Precatória Nulidades e Reformatio in Pejus Indireta Nulidades no Processo Penal Ônus da prova e in dubio pro reo Prazos recursais e intimação Prejudiciais no Processo Penal Prerrogativas do advogado preso em flagrante Princípio da Identidade Física do Juiz Princípios do Ministério Público na Ação Penal Princípios do Processo Penal e Provas Prisão Domiciliar e Detração Prisão domiciliar para gestantes Prisão em flagrante Prisão em Flagrante Prisão em flagrante e imunidades parlamentares Prisão em flagrante e liberdade probatória Prisão em Flagrante e Medidas Cautelares Prisão em flagrante e relaxamento da prisão Prisão em flagrante, crimes permanentes e fiança Prisão Preventiva Prisão preventiva e audiência de custódia Prisão preventiva e Lei Maria da Penha Prisão Processual (Temporária e Preventiva) Prisão Temporária Procedimento da Lei de Drogas Procedimento do Júri - Pronúncia e Debates Orais Procedimento do Júri (1ª fase) Procedimento do Tribunal do Júri Procedimento do Tribunal do Júri - Fase de Admissibilidade Procedimentos no Processo Penal Progressão de Regime e Condições do Regime Aberto Prova pericial e qualificadoras Prova testemunhal e sigilo profissional Prova testemunhal e testemunhas referidas Prova testemunhal: dever de depor e exceções Provas e Atos Processuais Provas e Diligências na Instrução Processual Provas e Interrogatório no Processo Penal Provas ilícitas e busca e apreensão Provas ilícitas e Teoria dos Frutos da Árvore Envenenada Provas Ilícitas e Validade da Prova Pericial Provas no Processo Penal Provas no Processo Penal - Acareação Provas no Processo Penal - Exame de Corpo de Delito Provas no Processo Penal - Testemunhas e Interrogatório Queixa-crime e requisitos da procuração Questões Prejudiciais Reconhecimento de pessoas Recurso em Sentido Estrito e contraditório Recursos - Embargos Infringentes Recursos - Renúncia ao direito de recorrer Recursos e Nulidades no Tribunal do Júri Recursos em espécie Recursos em Espécie Recursos em Espécie - Apelação no Júri e Ne Reformatio in Pejus Recursos em Espécie - Apelação no Tribunal do Júri Recursos em Espécie - Embargos Infringentes e de Nulidade Recursos em Espécie (Recurso em Sentido Estrito - RESE) Recursos em Habeas Corpus Recursos na Execução Penal Recursos no JECRIM Recursos no Juizado Especial Criminal Recursos no Juizado Especial Criminal (JECRIM) Recursos no Processo Penal Recursos no Processo Penal - Efeito Extensivo Reformatio in pejus indireta Rejeição da denúncia e recursos Reparação do dano e atuação da vítima no processo penal Resposta à acusação e arrolamento de testemunhas Restituição de coisas apreendidas Revisão Criminal Sequestro de bens e embargos de terceiro Sigilo do Inquérito Policial e Súmula Vinculante 14 Sistemas Processuais Penais Suspensão Condicional da Pena (Sursis) Suspensão Condicional do Processo em Crimes Ambientais Suspensão do processo, prisão preventiva e produção antecipada de provas Teoria geral da prova Transação Penal Tribunal do Júri Tribunal do Júri - Debates Orais e Nulidades Tribunal do Júri - Desclassificação Tribunal do Júri - Impedimento e Suspeição de Jurados Tribunal do Júri - Recurso de Apelação Tribunal do Júri e Nulidades Tribunal do Júri, Revelia e Intimação
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Direito Processual Penal / XXIV
João foi denunciado pela prática do crime de furto qualificado previsto no Art. 155, § 4º, inciso I, do Código Penal. Em primeira instância, João foi absolvido. Em sede de recurso de apelação apresentado pelo Ministério Público, houve provimento parcial do recurso, sendo o agente condenado de maneira unânime. Apesar da unanimidade na condenação, o reconhecimento da qualificadora restou afastado por maioria de votos. Ademais, um dos desembargadores ainda votou pelo reconhecimento do privilégio do Art. 155, § 2º, do CP, mas restou isolado e vencido. Insatisfeito com a condenação pelo furto simples, o Ministério Público apresenta embargos infringentes em busca do reconhecimento da qualificadora. Considerando apenas as informações narradas, é correto afirmar que o advogado de João, sob o ponto de vista técnico, deverá defender
Resolver→ Recursos - Embargos Infringentes
Direito Processual Penal / XXXVII
Leonardo praticou um crime que, objetivamente, admitia o acordo de não persecução penal (ANPP). Concluída a investigação criminal, e estando presente a justa causa, o Promotor de Justiça se recusou a fazer a proposta de ANPP, por entender que estava demonstrado que a conduta de Leonardo era habitual. Diante da recusa do Promotor de Justiça em propor o ANPP, o Juiz da Comarca de Cascais, acolhendo o requerimento do advogado de Leonardo, remeteu o investigatório ao Ministério Público para se manifestar sobre o tema. O MP apresentou ao Juiz da Vara Criminal da Comarca de Cascais uma proposta de ANPP para ser homologada. O juiz considerou insuficiente a condição de Leonardo pagar como prestação pecuniária a quantia correspondente a 02 (dois) saláriosmínimos a uma entidade pública, a ser indicada pelo juízo da execução, devolvendo os autos ao MP para reformular a proposta nesta parte. O MP manteve a proposta nos termos acordados com Leonardo, razão pela qual o Juiz da Vara Criminal de Cascais recusou-se a homologá-la. Sobre a decisão de não homologação da proposta de ANPP, assinale a opção que indica qual o recurso cabível e quem poderá interpô-lo.
Resolver→ Acordo de Não Persecução Penal (ANPP)
Direito Processual Penal / II
João foi denunciado pela prática do crime de furto (CP, art. 155), pois segundo narra a denúncia ele subtraiu colar de pedras preciosas da vítima. No decorrer da instrução processual, a testemunha Antônio relata fato não narrado na denúncia: a subtração do objeto furtado se deu mediante “encontrão” dado por João no corpo da vítima. Na fase de sentença, sem antes tomar qualquer providência, o Juiz decide, com base no sobredito testemunho de Antônio, condenar João nas penas do crime de roubo (CP, art. 157), por entender que o “encontrão” relatado caracteriza emprego de violência contra a vítima. A sentença condenatória transita em julgado para o Ministério Público. O Tribunal, ao julgar apelo de João com fundamento exclusivo na insuficiência da prova para a condenação, deve:
Resolver→ Mutatio Libelli e Proibição da Reformatio in Pejus
Direito Processual Penal / XXVII
Após receber denúncia anônima, por meio de disquedenúncia, de grave crime de estupro com resultado morte que teria sido praticado por Lauro, 19 anos, na semana pretérita, a autoridade policial, de imediato, instaura inquérito policial para apurar a suposta prática delitiva. Lauro é chamado à Delegacia e apresenta sua identidade recém-obtida; em seguida, é realizada sua identificação criminal, com colheita de digitais e fotografias. Em que pese não ter sido encontrado o cadáver até aquele momento das investigações, a autoridade policial, para resguardar a prova, pretende colher material sanguíneo do indiciado Lauro para fins de futuro confronto, além de desejar realizar, com base nas declarações de uma testemunha presencial localizada, uma reprodução simulada dos fatos; no entanto, Lauro se recusa tanto a participar da reprodução simulada quanto a permitir a colheita de seu material sanguíneo. É, ainda, realizado o reconhecimento de Lauro por uma testemunha após ser-lhe mostrada a fotografia dele, sem que fossem colocadas imagens de outros indivíduos com características semelhantes. Ao ser informado sobre os fatos, na defesa do interesse de seu cliente, o(a) advogado(a) de Lauro, sob o ponto de vista técnico, deverá alegar que
Resolver→ Inquérito Policial e Provas
Direito Processual Penal / II
Em uma briga de bar, Joaquim feriu Pedro com uma faca, causandolhe sérias lesões no ombro direito. O promotor de justiça ofereceu denúncia contra Joaquim, imputando-lhe a prática do crime de lesão corporal grave contra Pedro, e arrolou duas testemunhas que presenciaram o fato. A defesa, por sua vez, arrolou outras duas testemunhas que também presenciaram o fato. Na audiência de instrução, as testemunhas de defesa afirmaram que Pedro tinha apontado uma arma de fogo para Joaquim, que, por sua vez, agrediu Pedro com a faca apenas para desarmá-lo. Já as testemunhas de acusação disseram que não viram nenhuma arma de fogo em poder de Pedro. Nas alegações orais, o Ministério Público pediu a condenação do réu, sustentando que a legítima defesa não havia ficado provada. A Defesa pediu a absolvição do réu, alegando que o mesmo agira em legítima defesa. No momento de prolatar a sentença, o juiz constatou que remanescia fundada dúvida sobre se Joaquim agrediu Pedro em situação de legítima defesa. Considerando tal narrativa, assinale a afirmativa correta.
Resolver→ Ônus da prova e in dubio pro reo
Direito Processual Penal / XIV
O Delegado de Polícia, desconfiado de que Fabiano é o líder de uma quadrilha que realiza assaltos à mão armada na região, decide, com a sua equipe, realizar uma interceptação telefônica sem autorização judicial. Durante algumas semanas, escutaram diversas conversas, por meio das quais descobriram o local onde a res furtiva era armazenada para posterior revenda. Com essa informação, o Delegado de Polícia representou pela busca e apreensão a ser realizada na residência suspeita, sendo tal diligência autorizada pelo Juízo competente. Munidos do mandado de busca e apreensão, ingressam na residência encontrando diversos objetos fruto de roubo, como joias, celulares, documentos de identidade etc., tudo conforme indicou a interceptação telefônica. Assim, Fabiano foi conduzido à Delegacia, onde se registrou a ocorrência. Acerca do caso narrado, assinale a opção correta.
Resolver→ Provas ilícitas e Teoria dos Frutos da Árvore Envenenada
Direito Processual Penal / XXXIV
José, primário e de bons antecedentes, foi denunciado pela prática do crime de receptação simples (pena: 01 a 04 anos de reclusão e multa). Após ser certificado que o denunciado estava em local incerto e não sabido, foi publicado edital com objetivo de citá-lo. Mesmo após passado o prazo do edital, José não compareceu em juízo nem constituiu advogado. O magistrado, informado sobre o fato, determinou a suspensão do processo e do curso do prazo prescricional. Na mesma decisão, decretou a prisão preventiva de José, exatamente por ele não ter sido localizado para citação, além da produção de duas provas, antecipadamente: oitiva de Maria, senhora de 90 anos de idade, que se encontrava internada e com risco de falecer, e da vítima, Bruno, jovem de 22 anos, sob o fundamento de que o decurso do tempo poderia prejudicar essa oitiva e gerar esquecimento. José, dez dias após a decisão, veio a tomar conhecimento dos fatos e entrou em contato com seu advogado. Considerando apenas as informações expostas, o advogado de José deverá buscar o reconhecimento de que
Resolver→ Suspensão do processo, prisão preventiva e produção antecipada de provas
Direito Processual Penal / XLVII
Thaís está respondendo à ação penal pelo crime de roubo e teve decretada a quebra da fiança, em virtude de, deliberadamente, praticar ato destinado à obstrução do andamento do processo. O Juiz decretou, então, a perda da totalidade do valor da fiança. Sobre a hipótese apresentada, você, na condição de advogado(a), deve, em recurso, argumentar que
Resolver→ Fiança
Direito Processual Penal / XLVII
Amanda, servidora pública federal, durante suas férias, agrediu Joana, sua vizinha, com socos, em razão de estacionamento indevido na vaga de garagem reservada a Amanda, no condomínio residencial onde ambas residem. Joana, em consequência da agressão, ficou 50 dias impossibilitada de comparecer ao trabalho. O Ministério Público Federal ofereceu denúncia contra Amanda pelo crime de lesão corporal grave. O Juiz Federal recebeu a denúncia. Na defesa de Amanda, além da matéria de mérito, você, como advogado(a), deve alegar, processualmente,
Resolver→ Competência da Justiça Federal
Direito Processual Penal / XXVIII
Adolfo e Arnaldo são irmãos e existe a informação de que estão envolvidos na prática de crimes. Durante investigação da suposta prática de crime de tráfico de drogas, foi deferida busca e apreensão na residência de Adolfo, em busca de instrumentos utilizados na prática delitiva. O oficial de justiça, com mandado regularmente expedido, compareceu à residência de Adolfo às 03.00h, por ter informações de que às 07.00h ele deixaria o local. Apesar da não autorização para ingresso na residência por parte do proprietário, ingressou no local para cumprimento do mandado de busca e apreensão, efetivamente apreendendo um caderno com anotações que indicavam a prática do crime investigado. Quando deixavam o local, os policiais e o oficial de justiça se depararam, na rua ao lado, com Arnaldo, sendo que imediatamente uma senhora o apontou como autor de um crime de roubo majorado pelo emprego de arma, que teria ocorrido momentos antes. Diante disso, os policiais realizaram busca pessoal em Arnaldo, localizando um celular, que era produto do crime de acordo com a vítima, razão pela qual efetuaram a apreensão desse bem. Ao tomar conhecimento dos fatos, a mãe de Adolfo e Arnaldo procurou você, como advogado(a), para a adoção das medidas cabíveis. Assinale a opção que apresenta, sob o ponto de vista técnico, a medida que você poderá adotar.
Resolver→ Busca e Apreensão
Direito Processual Penal / XXXIII
Fernando foi preso em flagrante e indiciado pela suposta prática do crime previsto no Art. 306 da Lei 9.503/97 (Código de Trânsito Brasileiro), pois conduzia veículo automotor em via pública sob a influência de álcool. O magistrado competente, ao analisar o auto de prisão em flagrante, concedeu a liberdade provisória, aplicando a cautelar de suspensão da habilitação para dirigir veículo automotor. Fernando, entendendo que a cautelar prejudicaria seu sustento, já que era motorista de caminhão, solicita que você, como advogado(a), adote as medidas cabíveis para questionar a decisão do magistrado de aplicar a cautelar alternativa de suspensão da habilitação. Considerando apenas as informações expostas, de acordo com a Lei nº 9.503/97, o(a) advogado(a) de Fernando
Resolver→ Recursos no Processo Penal
Direito Processual Penal / XXXVI
Vitor respondia ação penal pela suposta prática do crime de ameaça (pena: 01 a 06 meses de detenção ou multa) contra sua excompanheira Luiza, existindo medida protetiva em favor da vítima proibindo o acusado de se aproximar dela, a uma distância inferior a 100m. Mesmo intimado da medida protetiva de urgência, Vitor se aproximou de Luiza e tentou manter com ela contato, razão pela qual a vítima, temendo por sua integridade física, procurou você, como advogado(a), e narrou o ocorrido. Nessa ocasião, Luiza esclareceu que, após a denúncia do crime de ameaça, Vitor veio a ser condenado, definitivamente, pela prática do delito de uso de documento falso por fatos que teriam ocorrido antes mesmo da infração penal cometida no contexto de violência doméstica e familiar contra a mulher. Com base nas informações expostas, você, como advogado(a) de Luiza, deverá esclarecer à sua cliente que
Resolver→ Prisão preventiva e Lei Maria da Penha
Direito Processual Penal / XX
José foi absolvido em 1ª instância após ser denunciado pela prática de um crime de extorsão em face de Marina. O Ministério Público interpôs recurso de apelação, sendo a sentença de primeiro grau reformada pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina para condenar o réu à pena de 05 anos, sendo certo que o acórdão transitou em julgado. Sete anos depois da condenação, já tendo cumprido integralmente a pena, José vem a falecer. Posteriormente, Caio, filho de José, encontrou um vídeo no qual foi gravada uma conversa de José e Marina, onde esta admite que mentiu ao dizer que foi vítima do crime pelo qual José foi condenado, mas que a atitude foi tomada por ciúmes. Caio, então, procura o advogado da família. Diante da situação narrada, é correto afirmar que Caio, através de seu advogado,
Resolver→ Revisão Criminal