Preparação para o Exame de Ordem e cursos para a carreira jurídica.
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Exame de Ordem Unificado III (2011)
Exame de Ordem Unificado II (2010)
Exame de Ordem Unificado I (2010)
Todo assunto Absolvição sumária no procedimento comum Ação Civil ex delicto Ação Controlada na Lei de Organização Criminosa Ação Penal Ação Penal e Crimes contra a Honra Ação penal nos crimes contra a honra Ação Penal Privada Ação Penal Privada - Perempção Ação Penal Privada - Princípio da Indivisibilidade Ação Penal Privada - Renúncia Ação Penal Privada e Extinção da Punibilidade Ação Penal Privada e Perempção Ação Penal Privada e Representação Ação Penal Privada Subsidiária da Pública Ação Penal Privada: Decadência, Renúncia e Perdão Ação Penal Pública Condicionada à Representação Ação penal pública condicionada à representação - Retratação Ação penal pública condicionada à representação em violência doméstica Ação Penal Pública Condicionada e Incondicionada Acesso do advogado a autos de investigação policial sob segredo de justiça Acordo de não persecução penal (ANPP) Acordo de Não Persecução Penal (ANPP) Acordo de Não Persecução Penal (ANPP) e Prescrição Aplicação da lei penal no tempo e execução penal Aplicação da Lei Processual no Espaço Aplicação da lei processual penal no tempo Aplicação da lei processual penal no tempo e prazos recursais Assistente de Acusação Busca e Apreensão Busca e Apreensão e Inviolabilidade do Domicílio Cadeia de Custódia e Prova Pericial Cerceamento de defesa e nulidades Citação no Processo Penal Citação por edital e seus efeitos Coisa Julgada no Processo Penal Colaboração premiada e resposta à acusação Competência Competência (Foro por prerrogativa de função e Exceção da Verdade) Competência criminal Competência criminal e exceção da verdade Competência da Justiça Federal Competência da Justiça Federal e conexão Competência da Justiça Federal e Estadual Competência da Justiça Militar e Comum Competência e Conexão/Continência Competência e Foro por Prerrogativa de Função Competência em crimes contra a honra de magistrados Competência jurisdicional no Juizado Especial Criminal Competência legislativa Competência no Processo Penal Competência ratione personae Competência territorial Competência, Nulidades e Meios de Impugnação Conexão e Continência Crimes contra a honra e ação penal Crimes de Trânsito e Benefícios Despenalizadores Decisão de Pronúncia no Tribunal do Júri Desaforamento Direito à não autoincriminação Direitos do Advogado na Investigação Criminal Direitos do preso e do advogado na fase pré-processual Efeitos dos Recursos Embargos Infringentes e de Nulidade Emendatio libelli e princípio da correlação Exceções no Processo Penal Exceções processuais Execução Penal - Recursos e Faltas Graves Execução Penal - Recursos e Indulto Execução Penal - Remição, Comutação, Anistia e Perdão do Ofendido Execução Penal - Superveniência de Doença Mental Extensão dos efeitos do recurso Extinção da Punibilidade - Prescrição Fiança Flagrante diferido (ação controlada) Habeas Corpus Habeas Corpus e atividades privativas da advocacia Habeas Corpus e Recursos Impedimento e Suspeição do Ministério Público Impronúncia e seus efeitos Imunidades Parlamentares e Ação Penal Incidente de Deslocamento de Competência (IDC) Incidente de Falsidade Documental Incidente de Insanidade Mental Inépcia da Denúncia e Recursos Inquérito Policial Inquérito Policial - Acesso aos autos pelo advogado Inquérito Policial - Arquivamento Inquérito Policial - Arquivamento e Desarquivamento Inquérito Policial - Desarquivamento Inquérito Policial - Indeferimento de instauração Inquérito Policial e Ação Penal Inquérito Policial e Atribuições do Ministério Público Inquérito Policial e Provas Insanidade mental do acusado Interceptação telefônica Interceptação Telefônica Interrogatório do réu Interrogatório do Réu Interrogatório Judicial Intimação de sentença e prazos recursais Inviolabilidade das comunicações do advogado e provas ilícitas Inviolabilidade de Domicílio Inviolabilidade de domicílio e quebra de sigilo de dados Juizados Especiais Criminais (JECRIM) - Composição Civil e Renúncia à Representação Juizados Especiais Criminais (Lei 9.099/95) Lei dos Juizados Especiais Criminais (Lei 9.099/95) Lei n. 9.099/95 - Juizados Especiais Criminais Lei Processual Penal no Tempo / Ação Penal Medidas assecuratórias Medidas Assecuratórias Medidas Assecuratórias (Sequestro) Medidas Assecuratórias / Liberação de bens para honorários Medidas cautelares diversas da prisão Modalidades de Prisão Modificações da Lei 11.719/08 no Processo Penal Mutatio libelli e Emendatio libelli Mutatio Libelli e Proibição da Reformatio in Pejus Nulidades Nulidades e Carta Precatória Nulidades e Reformatio in Pejus Indireta Nulidades no Processo Penal Ônus da prova e in dubio pro reo Prazos recursais e intimação Prejudiciais no Processo Penal Prerrogativas do advogado preso em flagrante Princípio da Identidade Física do Juiz Princípios do Ministério Público na Ação Penal Princípios do Processo Penal e Provas Prisão Domiciliar e Detração Prisão domiciliar para gestantes Prisão em flagrante Prisão em Flagrante Prisão em flagrante e imunidades parlamentares Prisão em flagrante e liberdade probatória Prisão em Flagrante e Medidas Cautelares Prisão em flagrante e relaxamento da prisão Prisão em flagrante, crimes permanentes e fiança Prisão Preventiva Prisão preventiva e audiência de custódia Prisão preventiva e Lei Maria da Penha Prisão Processual (Temporária e Preventiva) Prisão Temporária Procedimento da Lei de Drogas Procedimento do Júri - Pronúncia e Debates Orais Procedimento do Júri (1ª fase) Procedimento do Tribunal do Júri Procedimento do Tribunal do Júri - Fase de Admissibilidade Procedimentos no Processo Penal Progressão de Regime e Condições do Regime Aberto Prova pericial e qualificadoras Prova testemunhal e sigilo profissional Prova testemunhal e testemunhas referidas Prova testemunhal: dever de depor e exceções Provas e Atos Processuais Provas e Diligências na Instrução Processual Provas e Interrogatório no Processo Penal Provas ilícitas e busca e apreensão Provas ilícitas e Teoria dos Frutos da Árvore Envenenada Provas Ilícitas e Validade da Prova Pericial Provas no Processo Penal Provas no Processo Penal - Acareação Provas no Processo Penal - Exame de Corpo de Delito Provas no Processo Penal - Testemunhas e Interrogatório Queixa-crime e requisitos da procuração Questões Prejudiciais Reconhecimento de pessoas Recurso em Sentido Estrito e contraditório Recursos - Embargos Infringentes Recursos - Renúncia ao direito de recorrer Recursos e Nulidades no Tribunal do Júri Recursos em espécie Recursos em Espécie Recursos em Espécie - Apelação no Júri e Ne Reformatio in Pejus Recursos em Espécie - Apelação no Tribunal do Júri Recursos em Espécie - Embargos Infringentes e de Nulidade Recursos em Espécie (Recurso em Sentido Estrito - RESE) Recursos em Habeas Corpus Recursos na Execução Penal Recursos no JECRIM Recursos no Juizado Especial Criminal Recursos no Juizado Especial Criminal (JECRIM) Recursos no Processo Penal Recursos no Processo Penal - Efeito Extensivo Reformatio in pejus indireta Rejeição da denúncia e recursos Reparação do dano e atuação da vítima no processo penal Resposta à acusação e arrolamento de testemunhas Restituição de coisas apreendidas Revisão Criminal Sequestro de bens e embargos de terceiro Sigilo do Inquérito Policial e Súmula Vinculante 14 Sistemas Processuais Penais Suspensão Condicional da Pena (Sursis) Suspensão Condicional do Processo em Crimes Ambientais Suspensão do processo, prisão preventiva e produção antecipada de provas Teoria geral da prova Transação Penal Tribunal do Júri Tribunal do Júri - Debates Orais e Nulidades Tribunal do Júri - Desclassificação Tribunal do Júri - Impedimento e Suspeição de Jurados Tribunal do Júri - Recurso de Apelação Tribunal do Júri e Nulidades Tribunal do Júri, Revelia e Intimação
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Direito Processual Penal / XXXI
O Ministério Público ofereceu denúncia em face de Tiago e Talles, imputando-lhes a prática do crime de sequestro qualificado, arrolando como testemunhas de acusação a vítima, pessoas que presenciaram o fato, os policiais responsáveis pela prisão em flagrante, além da esposa do acusado Tiago, que teria conhecimento sobre o ocorrido. Na audiência de instrução e julgamento, por ter sido arrolada como testemunha de acusação, Rosa, esposa de Tiago, compareceu, mas demonstrou que não tinha interesse em prestar declarações. O Ministério Público insistiu na sua oitiva, mesmo com outras testemunhas tendo conhecimento sobre os fatos. Temendo pelas consequências, já que foi prestado o compromisso de dizer a verdade perante o magistrado, Rosa disse o que tinha conhecimento, mesmo contra sua vontade, o que veio a prejudicar seu marido. Por ocasião dos interrogatórios, Tiago, que seria interrogado por último, foi retirado da sala de audiência enquanto o corréu prestava suas declarações, apesar de seu advogado ter participado do ato. Com base nas previsões do Código de Processo Penal, considerando apenas as informações narradas, Tiago
Resolver→ Provas no Processo Penal - Testemunhas e Interrogatório
Direito Processual Penal / XXXIII
Bartolomeu foi denunciado e pronunciado pela suposta prática de um crime de homicídio qualificado. No dia da sessão plenária do Tribunal do Júri, no momento dos debates orais, o Promotor de Justiça iniciou sua fala lendo o teor da denúncia para que os jurados tivessem conhecimento sobre os fatos imputados. Após, afirmou que estaria presente a prova da materialidade e de autoria, passando a ler a decisão de pronúncia e destacar que esta demonstraria a veracidade do que assegurava sobre a prova da prática do crime por Bartolomeu. Por fim, o Parquet leu reportagem jornalística que apontava Bartolomeu como possível autor do homicídio, sendo certo que tal documentação foi acostada ao procedimento sete dias antes da sessão plenária, tendo a defesa acesso à mesma quatro dias úteis antes do julgamento. Em sua fala, a defesa técnica de Bartolomeu pugnou pela absolvição, negando a autoria, e consignou em ata seu inconformismo com a leitura da denúncia, a menção à pronúncia e a leitura da reportagem jornalística. O réu foi condenado. Considerando as informações narradas, com base nas previsões legais e sob o ponto de vista técnico, no momento de apresentar recurso de apelação, o(a) advogado(a) de Bartolomeu poderá alegar a existência de nulidade, em razão
Resolver→ Tribunal do Júri - Debates Orais e Nulidades
Direito Processual Penal / XXXV
Policiais militares, ao avistarem Jairo roubar um carro no município de Toledo (PB), passaram a persegui-lo logo após a subtração, o que se deu ininterruptamente durante 28 (vinte e oito) horas. Por terem perdido de vista Jairo quando estavam prestes a ingressar no município de Córdoba (PB), os policiais militares se dirigiram à Delegacia de Polícia de Toledo para confecção do Boletim de Ocorrência. Antes que fosse finalizado o Boletim de Ocorrência, a Delegacia Policial de Toledo recebeu uma ligação telefônica do lesado (Luiz), informando que Jairo, na posse do seu carro (roubado), estava sentado numa mesa de bar naquele município tomando cerveja. Os policiais militares e os policiais da Distrital se deslocaram até o referido bar, encontrando Jairo como descrito no telefonema do lesado, apenas de chinelo e bermuda, portando uma carteira de identidade e a quantia de R$ 50,00 (cinquenta) reais. Nada mais foi encontrado com Jairo, que negou a autoria do crime. Jairo foi preso em flagrante delito e lavrado o respectivo auto pelo Delegado de Polícia, cujo despacho que determinou o recolhimento à prisão do indiciado teve como fundamento a situação de quaseflagrante, já que a diligência não havia sido encerrada e nem encerrado o Boletim de Ocorrência. Os policiais militares que efetuaram a perseguição reconheceram Jairo como o motorista que dirigia o carro roubado. O lesado (Luiz) também foi ouvido e reconheceu Jairo pessoalmente. A família de Jairo contratou você, como advogado(a), para participar da audiência de custódia na Comarca de Toledo e requerer a sua liberdade. Assinale a opção que indica o fundamento da sua manifestação nessa audiência para colocar Jairo em liberdade.
Resolver→ Prisão em flagrante
Direito Processual Penal / XVII
No dia 01/04/2014, Natália recebeu cinco facadas em seu abdômen, golpes estes que foram a causa eficiente de sua morte. Para investigar a autoria do delito, foi instaurado inquérito policial e foram realizadas diversas diligências, dentre as quais se destacam a oitiva dos familiares e amigos da vítima e exame pericial no local. Mesmo após todas essas medidas, não foi possível obter indícios suficientes de autoria, razão pela qual o inquérito policial foi arquivado pela autoridade judiciária por falta de justa causa, em 06/10/2014, após manifestação nesse sentido da autoridade policial e do Ministério Público. Ocorre que, em 05/01/2015, a mãe de Natália encontrou, entre os bens da filha que ainda guardava, uma carta escrita por Bruno, exnamorado de Natália, em 30/03/2014, em que ele afirmava que ela teria 24 horas para retomar o relacionamento amoroso ou deveria arcar com as consequências. A referida carta foi encaminhada para a autoridade policial. Nesse caso,
Resolver→ Inquérito Policial - Desarquivamento
Direito Processual Penal / XVIII
No dia 10 de maio de 2015, Maria, 25 anos, foi vítima de um crime de estupro simples, mas, traumatizada, não mostrou interesse em dar início a qualquer investigação penal ou ação penal em relação aos fatos. Os pais de Maria, porém, requerem a instauração de inquérito policial para apurar autoria, entendendo que, após identificar o agente, Maria poderá decidir melhor sobre o interesse na persecução penal. Foi proferido despacho indeferindo o requerimento de abertura de inquérito. Considerando a situação narrada, assinale a afirmativa correta.
Resolver→ Inquérito Policial e Ação Penal
Direito Processual Penal / XXX
O advogado de Josefina, ré em processo criminal, entendendo que, entre o recebimento da denúncia e o término da instrução, ocorreu a prescrição da pretensão punitiva estatal, apresentou requerimento, antes mesmo do oferecimento de alegações finais, de reconhecimento da extinção da punibilidade da agente, sendo o pedido imediatamente indeferido pelo magistrado. Intimado, caberá ao(à) advogado(a) de Josefina, discordando da decisão, apresentar
Resolver→ Recursos no Processo Penal
Direito Processual Penal / XL
Roberto Jorge, após regular pronúncia, foi levado a Júri, ocasião em que foi mantido algemado durante toda a sessão de julgamento, com a justificativa de ser pessoa de índole perigosa, já que responde à acusação por crime doloso contra a vida. A defesa técnica impugnou, sem sucesso, a determinação do Juízo. O Ministério Público, em plenário, postulou a condenação do acusado, asseverando que sua periculosidade fica comprovada pela necessidade do uso de algemas durante o julgamento. Roberto Jorge foi condenado pelo Conselho de Sentença, tendo sido aplicada pena privativa de liberdade de 15 (quinze) anos de reclusão. Você, como advogado(a) de Roberto Jorge, interpôs apelação criminal. Assinale a afirmativa que apresenta, corretamente, o objetivo da sua demanda.
Resolver→ Tribunal do Júri e Nulidades
Direito Processual Penal / XXVII
Após ser instaurado inquérito policial para apurar a prática de um crime de lesão corporal culposa praticada na direção de veículo automotor (Art. 303 da Lei nº 9.503/97 – pena: detenção de seis meses a dois anos), foi identificado que o autor dos fatos seria Carlos, que, em sua Folha de Antecedentes Criminais, possuía três anotações referentes a condenações, com trânsito em julgado, pela prática da mesma infração penal, todas aptas a configurar reincidência quando da prática do delito ora investigado. Encaminhados os autos ao Ministério Público, foi oferecida denúncia em face de Carlos pelo crime antes investigado; diante da reincidência específica do denunciado civilmente identificado, foi requerida a decretação da prisão preventiva. Recebidos os autos, o juiz competente decretou a prisão preventiva, reiterando a reincidência de Carlos e destacando que essa circunstância faria com que todos os requisitos legais estivessem preenchidos. Ao ser intimado da decisão, o(a) advogado(a) de Carlos deverá requerer
Resolver→ Prisão Preventiva
Direito Processual Penal / XXIV
Vinícius, sócio de um grande escritório de advocacia, especializado na área criminal, recebeu, no dia 02 de outubro de 2017, duas intimações de decisões referentes a dois clientes diferentes. A primeira intimação tratava de decisão proferida pela 1ª Câmara Criminal de determinado Tribunal de Justiça denegando a ordem de habeas corpus que havia sido apresentada perante o órgão em favor de Gilmar (após negativa em primeira instância), que responde preso a ação pela suposta prática de crime de roubo. A segunda intimação foi de decisão proferida pelo Juiz de Direito da 1ª Vara Criminal de Fortaleza, também denegando ordem de habeas corpus, mas, dessa vez, a medida havia sido apresentada em favor de Rubens, que figura como indiciado em inquérito que investiga a suposta prática do crime de tráfico de drogas. Diante das intimações realizadas, insatisfeito com as decisões proferidas, Vinícius, para combater as decisões prejudiciais a Gilmar e Rubens, deverá apresentar
Resolver→ Recursos em Habeas Corpus
Direito Processual Penal / XXXI
Ricardo foi pronunciado pela suposta prática do crime de homicídio qualificado. No dia anterior à sessão plenária do Tribunal do Júri, o defensor público que assistia Ricardo até aquele momento acostou ao processo a folha de antecedentes criminais da vítima, matérias jornalísticas e fotografias que poderiam ser favoráveis à defesa do acusado. O Ministério Público, em sessão plenária, foi surpreendido por aquele material do qual não tinha tido ciência, mas o juiz presidente manteve o julgamento para a data agendada e, após o defensor público mencionar a documentação acostada, Ricardo foi absolvido pelos jurados, em 23/10/2018 (terçafeira). No dia 29/10/2018, o Ministério Público apresentou recurso de apelação, acompanhado das razões recursais, requerendo a realização de novo júri, pois a decisão dos jurados havia sido manifestamente contrária à prova dos autos. O Tribunal de Justiça conheceu do recurso interposto e anulou o julgamento realizado, determinando nova sessão plenária, sob o fundamento de que a defesa se utilizou em plenário de documentos acostados fora do prazo permitido pela lei. A família de Ricardo procura você, como advogado(a), para patrocinar os interesses do réu. Considerando as informações narradas, você, como advogado(a) de Ricardo, deverá questionar a decisão do Tribunal, sob o fundamento de que
Resolver→ Recursos e Nulidades no Tribunal do Júri
Direito Processual Penal / XIV
O Delegado de Polícia, desconfiado de que Fabiano é o líder de uma quadrilha que realiza assaltos à mão armada na região, decide, com a sua equipe, realizar uma interceptação telefônica sem autorização judicial. Durante algumas semanas, escutaram diversas conversas, por meio das quais descobriram o local onde a res furtiva era armazenada para posterior revenda. Com essa informação, o Delegado de Polícia representou pela busca e apreensão a ser realizada na residência suspeita, sendo tal diligência autorizada pelo Juízo competente. Munidos do mandado de busca e apreensão, ingressam na residência encontrando diversos objetos fruto de roubo, como joias, celulares, documentos de identidade etc., tudo conforme indicou a interceptação telefônica. Assim, Fabiano foi conduzido à Delegacia, onde se registrou a ocorrência. Acerca do caso narrado, assinale a opção correta.
Resolver→ Provas ilícitas e Teoria dos Frutos da Árvore Envenenada